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Vietña, Laos e Camboja pelas lentes de Eduardo e Mônica

Casal de fotógrafos gaúchos que viajou três anos na Ásia registrou os principais pontos turísticos de Vietnã, Laos e Camboja.

Era o ano de 2013. Com os olhos no mapa-mundi, Eduardo Viero e Mônica Morás se encorajaram. Decidiram largar os empregos que tinham e planejaram uma expedição para onde o sonho os guiasse.

No início, a ideia era dar a volta ao globo, iniciando pela América do Sul. Mas depois de algumas pesquisas, optaram por estrear o roteiro na Ásia.

A largada para a viagem ocorreu em junho de 2014, na Rússia. Ao contrário dos personagens da famosa música de Legião Urbana, Eduardo e Mônica estavam em plena sintonia, e com o projeto acabaram ficando três anos na Ásia e um ano entre Europa, África e América do Sul. No total, o passaporte deles soma hoje 50 países, muitos registrados em fotos e textos do blog que leva o nome do casal.

A partir da viagem pelo território russo, a dupla foi descendo pelo mapa. Passaram por países como Mongólia, China, Filipinas, Indonésia, Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã. Com câmeras fotográficas em riste, ambos registraram o que há de mais bonito e intenso em cada um dos locais.

Viram tantas belezas que o fotógrafo Eduardo ensinou o ofício à Mônica, que hoje orgulha-se por ter a mesma profissão. Entre os destinos por onde passaram, Laos, Camboja e Vietña fazem parte de um dos roteiros da operadora de viagens Mala & Cuia. Na visão do casal, a região tem uma cultura peculiar e vale se programar para conhecê-la.

Ronda das Almas é atração no Laos

Fotos: Eduardo Viero e Mônica Morás

Saindo de ônibus a partir da Tailândia, local onde moravam na época, os dois iniciaram o roteiro pelo norte do Laos. Em Luang Prabang viveram e fotografaram uma das cenas mais lindas da região, a famosa Ronda da Almas, na qual as pessoas dão comida para os monges todas as manhãs.

“É uma ação que faz parte da cultura do budismo. Eles recebem as refeições do dia a partir de doações”, explica Eduardo.

Ronda das Almas, no Laos

O Laos também os reservou paisagens com pôr-do-sol inesquecível e cachoeiras. A capital, Vientiane, parece uma pequena cidade interiorana, e pode ser conhecida em apenas um dia. Por ali, uma das principais atrações é o Buddha Park Xieng Khuang, um verdadeiro templo com mais de 200 imagens budistas e hinduístas.

“O Laos é um país muito rústico, porque recém abriu para o turismo. Ainda mantém a influência francesa e tem uma gastronomia suave, deliciosa”, explica Mônica.

Camboja tem templos e muitos jovens

Rumo ao Camboja, a dupla encontrou um país de população jovem, com artesanato forte e muitos templos. Tinham o desejo de conhecer Siem Reap, base para  Angkor Wat. Na famosa cidade perdida na floresta fizeram um tour de cerca de nove horas.

“Subimos em uma montanha para ver o templo de outro ângulo”, conta Eduardo.

Pelas ruas centrais, o casal descobriu preciosidades na região de Pub Street, como bares, restaurantes, festas underground e comidas de rua um tanto exóticas, como escorpiões e aranhas.

“Para mim cada um dos destinos tem um impacto diferente”, complementa Eduardo.

O que fazer em 2 semanas no Vietnã

No último destino da Indochina, eles passaram 15 dias no Vietnã em um roteiro estudado com afinco. A viagem começou na desenvolvida Ho Chi Minh (antiga Saigon), onde ficaram quatro dias. Moderna e ocidentalizada, é o local que registra o maior fluxo de motocicletas no mundo, quase 8 milhões!

“É a cidade mais desenvolvida, tem uma parte turística rica e é um bom local para compras”, revela Mônica.

Depois, visitaram Nha Trang, um dos centros turísticos mais importantes do país. Tem orla com coqueiros e areia clarinha, temperatura amena e água limpa. Também passaram por Hoi An, que já foi considerada destino de lua de mel do Sudeste Asiático, e por Hanoi, capital oficial do país.

Halong Bay. Fotos: Eduardo Viero e Monica Morás

Com trânsito caótico e milhares de pessoas circulando em motos, Hanoi é porta de entrada para Halong Bay, considerada um dos pontos altos da viagem do casal. Em dois dias a bordo de uma embarcação, eles percorreram algumas das mais 2 mil ilhas da região, andaram de caiaque, tiveram aulas de culinária, conheceram vilas flutuantes e fazendas de ostras. Em uma das aventuras, conseguiram chegar também à Ilha Ti Top, que tem a vista mais alta de Halong Bay. São 200 degraus que levam até o topo.

“Viajar é estar aberto a conhecer pessoas. Nesse roteiro percebemos que, principalmente no Vietña, elas estão dispostas a trocar ideias, conversar. As pessoas já valem a viagem!”, afirma Mônica.



*O texto faz parte do projeto Viagens Especiais, uma parceria entre o Travelterapia e a operadora de viagens Mala & Cuia.

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